quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
E o Açorianos vai para...
Caio Riter e Márcia Leite, pela coleção Historinhas bem (Escala Educacional). Categoria Infantil.
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Hermes
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Prêmio Açorianos de Literatura 2009
A 16º edição do Prêmio Açorianos de Literatura Adulta e Infantil será realizada hoje, às 20h no Teatro Renascença (av. Erico Verissimo, 307) e no saguão do Centro Municipal de Cultura. A comemoração conhecida como A Noite do Livro, é dedicada aos melhores da produção literária e livreira de Porto Alegre.
O evento premiará as melhores obras nas 10 categorias do concurso: narrativa longa, poesia, conto, crônica, ensaio de literatura e humanidades, literatura infantil, literatura infanto-juvenil, categoria especial, capa, projeto gráfico/design. Também serão conferidos seis destaques: editora e/ou livraria; projeto de incentivo; promoção e divulgação da literatura; mídia digital; mídia impressa; rádio e TV. Além disso, será anunciado o livro do ano, que será escolhido entre os vencedores de todas as categorias e receberá um prêmio em dinheiro no valor de R$ 10 mil.
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Prêmios
A poesia infantil no meio do redemoinho
A revista eletrônica de poesia infantil Tigre Albino no 7 já está em rede, disponível para os seus leitores. Ela entra em seu terceiro ano de existência, trazendo artigos, entrevistas, relatos de experiências de educadores e uma apresentação do que tem de bom no campo editorial para crianças e jovens.
A presente edição traz um texto de Maria da Glória Bordini sobre o que é e para que serve a poesia infantil, a partir de suas expressões populares e cultas. Segundo Bordini, esse tipo de poesia serve de apoio para a criança se desenvolver e se situar no mundo, nesse caminho quase sempre doloroso que é se distanciar das asas protetoras dos pais.
O segundo artigo, de Ana Munari, desenleia os inúmeros fios que constituem os poemas de uma autora com reconhecimento internacional, Marina Colasanti, especialmente aqueles de Poesia em 4 tempos, e, logo em seguida, Daniela Silva examina os poemas de Olavo Bilac endereçados às crianças.
O quarto artigo é uma janela aberta para a narrativa e nela Sirlene Cristófano discute a narrativa de A Bolsa Amarela, Lygia Bojunga, indagando como a Literatura Maravilhosa é capaz de educar para incluir, já que a diversidade encontrada nessa obra abre espaços para vozes socialmente excluídas. Para a seção Tigre em Movimento, a editora Elizabeth D’Angelo Serra pediu que Mari Regina Rigo relatasse o trabalho que está realizando na Escola E.M.E.F. Castelo Branco, de Canoas, RS, baseado no projeto “Nas asas da poesia” e Gilsa Elaine de Lima, convidada por Miguel Rettenmaier, mostra como a internet vem servindo de suporte para discussões sobre autores ou obras literárias, especialmente, neste caso, sobre a produção de Cecília Meireles.
E quem é Maria Valéria Rezende? Essa poetisa vive numa torre de marfim ou no meio do redemunho? Em vez de simplesmente falar sobre a autora, Annete Baldi conversa com ela na seção Tigre ao Espelho, para que ela mesma conte sua história e, especialmente, deixe claro o que entende por poesia para crianças.
Na última seção, o leitor poderá entrar em contato com um Giuseppe Ungaretti para crianças. Giuseppe Ungaretti? Como? Ele não é um escritor considerado hermético? Sim, ele é considerado hermético, mas veja a tradução de muitos de seus poemas utilizados em salas de aula da Itália.
O Tigre tem também Ana Klauck, discutindo se quando tem rei, tem princesa e tem poesia, trata-se de poesia ou de uma história. Gabriela Luft mostra suas preocupações com o Anacleto, de Bartolomeu Campos de Queirós, seguida de Lígia Cademartori, que inicia uma longa e agradável conversa com os professores. E. finalmente, Marisa Lajolo, que discute a obra de um menino que vendia palavras.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Indicados Prêmio Açorianos de Literatura 2009
Associados AEILIJ concorrem ao Prêmio Açorianos de Literatura instituído pela SMC de Porto Alegre. O Prêmio Açorianos de Literatura Adulta e Infantil, ao longo dos seus 15 anos, vem premiando escritores, editoras, programas e projetos ligados à área literária da cidade de Porto Alegre. Neste ano, a premiação ocorrerá no dia 14 de dezembro de 2009, às 20h, no Teatro Renascença e no saguão do Centro Municipal de Cultura. A Noite do Livro vai homenagear os finalistas e os leitores comuns das Maratonas Literárias. Para promover o Prêmio a CLL realiza o seminário Debates Contemporâneos, no Instituto Goethe e no Instituto de Letras, da UFRGS, nos dias 24, 25 e 26 de novembro. O seminário propõe uma pausa para o debate qualificado de ideias sobre a literatura contemporânea e o incentivo à leitura.
Finalistas nas categorias Infantil e Juvenil
Categoria - Melhor Livro Infantil
DOIDO PRA VOAR, de Hermes Bernardi Jr., Artes e Ofícios Editora Ltda
HISTÓRIAS BEM... (COLEÇÃO), de Caio Riter e Márcia Leite, Editora Escala Educacional
TRANSPOEMAS, de Ricardo Silvestrin, Editora Cosac Naify,
Categoria - Melhor Livro Juvenil
DE CARONA, COM NITRO, de Luis Dill, Artes e Ofícios Editora Ltda
MEU PAI NÃO MORA MAIS AQUI, de Caio Riter, Editora Biruta
TODOS CONTRA DANTE, de Luis Dill, Editora Companhia das Letras
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Los niños del MERCOSUR
Podrán participar autores mayores de 21 años, con trabajos inéditos (sólo un cuento por autor), de temática libre, escritos en castellano o portugués. Habrá tres premios en metálico y la publicación de las obras ganadoras en ediciones ilustradas bilingües español/portugués. El plazo de presentación finaliza el 15 de diciembre de 2009.
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MinC agita setor com projeto
Jotabê Medeiros - Estadão - 12/11/2009
O 3º Congresso de Direito Autoral realizado essa semana em São Paulo terminou, segundo sua organização, com um consenso em torno da necessidade de criação de um órgão estatal regulador para o tema. O governo federal propõe a criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), mas é criticado pelo "intervencionismo" de parte de sua proposta. A crítica vem de uma associação de artistas, a Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus).
Segundo Marco Souza, da Diretoria de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura, a divergência sobre em que medida o Estado deve atuar na supervisão das entidades de gestão coletiva de direitos autorais está no centro do debate agora, mas mesmo entidades mais hostis ao plano concordam com o grosso da proposta. A necessidade de regulação foi defendida também por Carlos Fernandes Matias, ex-ministro do STJ presente ao encontro.
Apesar da contrariedade manifestada pela Abramus, outras associações deram seu aval ao projeto do MinC, como o Sindicato dos Compositores Musicais do Estado do Rio Grande do Sul, que enviou Carta Aberta sobre o plano. O governo federal também lembrou, no evento, que a criação de um órgão público que supervisione a questão do direito autoral no Brasil é também uma recomendação do relatório da CPI do Ecad, da Assembléia Legislativa de São Paulo, presidida pelo deputado Bruno Covas (PSDB).
O governo estuda ainda a contratação de consultoria do especialista português, José de Oliveira Ascensão, da Universidade de Lisboa, para dar parecer sobre a versão final do projeto. A retomada de um órgão de Estado para regular, arbitrar e fiscalizar o direito autoral no País tem sido a reinvindicação de artistas desde os anos 1980. A Associação Gaúcha de Defesa dos Direitos Autorais Musicais do Estado do Rio Grande do Sul, em sua carta aberta junto com o Sicom-RS, manifestou "total apoio" ao anteprojeto de lei do Minc, cujo teor foi revelado pelo Estado na segunda.
"As reações eram previsíveis, pois vieram de quem não quer abrir mão de privilégios, não larga o osso de jeito nenhum", disse o compositor Tim Rescala, do Sindicato dos Músicos do RJ, defensor da proposta do ministério. "A maioria da classe musical, que é diretamente prejudicada pelos desmandos do Ecad, apoia em peso".
Vocês concordam? Comente.
O 3º Congresso de Direito Autoral realizado essa semana em São Paulo terminou, segundo sua organização, com um consenso em torno da necessidade de criação de um órgão estatal regulador para o tema. O governo federal propõe a criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), mas é criticado pelo "intervencionismo" de parte de sua proposta. A crítica vem de uma associação de artistas, a Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus).
Segundo Marco Souza, da Diretoria de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura, a divergência sobre em que medida o Estado deve atuar na supervisão das entidades de gestão coletiva de direitos autorais está no centro do debate agora, mas mesmo entidades mais hostis ao plano concordam com o grosso da proposta. A necessidade de regulação foi defendida também por Carlos Fernandes Matias, ex-ministro do STJ presente ao encontro.
Apesar da contrariedade manifestada pela Abramus, outras associações deram seu aval ao projeto do MinC, como o Sindicato dos Compositores Musicais do Estado do Rio Grande do Sul, que enviou Carta Aberta sobre o plano. O governo federal também lembrou, no evento, que a criação de um órgão público que supervisione a questão do direito autoral no Brasil é também uma recomendação do relatório da CPI do Ecad, da Assembléia Legislativa de São Paulo, presidida pelo deputado Bruno Covas (PSDB).
O governo estuda ainda a contratação de consultoria do especialista português, José de Oliveira Ascensão, da Universidade de Lisboa, para dar parecer sobre a versão final do projeto. A retomada de um órgão de Estado para regular, arbitrar e fiscalizar o direito autoral no País tem sido a reinvindicação de artistas desde os anos 1980. A Associação Gaúcha de Defesa dos Direitos Autorais Musicais do Estado do Rio Grande do Sul, em sua carta aberta junto com o Sicom-RS, manifestou "total apoio" ao anteprojeto de lei do Minc, cujo teor foi revelado pelo Estado na segunda.
"As reações eram previsíveis, pois vieram de quem não quer abrir mão de privilégios, não larga o osso de jeito nenhum", disse o compositor Tim Rescala, do Sindicato dos Músicos do RJ, defensor da proposta do ministério. "A maioria da classe musical, que é diretamente prejudicada pelos desmandos do Ecad, apoia em peso".
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Foi publicado
II Histórias no céu da boca.
Aconteceu no dia 14 de novembro, na Arena das Histórias, durante a 55ª Feira do Livro de Porto Alegre o II Histórias no céu da boca. Nesses encontros o coordenador da AEILIJ-RS e escritor Hermes Bernardi Jr. entrevista alguns convidados. Este ano o Histórias no céu da boca da África teve como convidados os escritores Ondjaki e Rogério Andrade Brabosa, que falaram sobre seus processos de trabalho e de lagumas de suas obras. Em 2008 foram entrevistados, Anna Claudia Ramos, Caio Riter, Celso Sisto e Rosana Rios.
Foto: Rômulo Valente
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Convite
Para encerrar a primeira oficina dedicada exclusivamente à produção de textos voltados para a literatura infantil, ministrada pelo Doutorando e escritor Celso Sisto, convidamos os amigos e interessados para o nosso Sarau (clique sobre a imagem para ampliá-la).

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sábado, 14 de novembro de 2009
Debate Confraria Reinações
Carlos Augusto Pessoa de Brum esteve no debate Pinóquio: em busca do humano, programação do seminário Por que ler os clássicos, da Confraria Reinações na 55ª Feira do Livro, e pubilcou suas impresões sobre o debate no Clic RBS. Confira um trecho e no link abaixo leia-o na íntegra.
Pinóquio era um pedaço de madeira em forma de gente que falava - e normalmente mentia, assim fazendo seu nariz crescer e crescer e crescer. Até aí, todo mundo concorda: mas o que podemos aprender com sua história? Ela tem o caráter de “conto de ensinamento”, do tipo de se lê na escola a fim de ensinar algo às crianças? Ou ela é uma crítica ácida e sublime à sociedade e à sua padronização?
Obra-prima do escritor Carlo Lorenzini, que adotou o pseudônimo de Carlo Collodi, o livro até hoje cria polêmica entre seus leitores - e a discussão não poderia ser outra na 55ª Feira do Livro...
Lido por Hermes Bernardi Jr. e Dilan Camargo para os encontros "Por que ler os clássicos?" promovidos pela Confraria de Reinações, o livro foi novamente motivo de discórdia:
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Pinóquio era um pedaço de madeira em forma de gente que falava - e normalmente mentia, assim fazendo seu nariz crescer e crescer e crescer. Até aí, todo mundo concorda: mas o que podemos aprender com sua história? Ela tem o caráter de “conto de ensinamento”, do tipo de se lê na escola a fim de ensinar algo às crianças? Ou ela é uma crítica ácida e sublime à sociedade e à sua padronização?
Obra-prima do escritor Carlo Lorenzini, que adotou o pseudônimo de Carlo Collodi, o livro até hoje cria polêmica entre seus leitores - e a discussão não poderia ser outra na 55ª Feira do Livro...
Lido por Hermes Bernardi Jr. e Dilan Camargo para os encontros "Por que ler os clássicos?" promovidos pela Confraria de Reinações, o livro foi novamente motivo de discórdia:
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